Adoro ir a fonte
Aquela fonte
Que eu bem sei…
Que em vista para o mar…
Nunca a partilhei,
Já lá foram mais pessoas
Mas nunca de certeza
Sentiram o que eu senti
Viram o que eu vi
E em alguns desses momentos
Juraram felicidade eterna
Ou simplesmente compreenderam
O que não tem que ser compreendido
Porque é inato…
Já lá levei pessoas
Mas nunca a partilhei
Verdadeiramente com ninguém
Porque para mim
Ela é u meu refugio
O sitio onde sinto sem medo
Mas onde sou pura e,
Mostro o meu verdadeiro eu
Que em mais ocasião alguma
Se pode mostrar
Porque não tem a liberdade
Que tem na fonte
Na fonte que outrora ia
E que presentemente vou…
Aquela que me fazia e faz ver
O que não existia
Que me fazia e faz sentir
O que só eu sinto
Que me fazia e faz ser
O que na vida normal
Não sou…
Porque não consigo
Libertar tanto a alma
Como naquele lugar
Lugar real, verdadeiro
Com espaço
Para o imaginário,
Para mim,
Para o meu ser e
Para ti
Sempre que necessitares,
-Pois não a quero só para mim -
Podes usar e abusar dela
Desde que não a danifiques
E consigas sentir nela
A paz e a liberdade
Que sempre procuras-te
Mas nunca soubeste onde encontrar…





This entry was posted on 10:36 p.m. and is filed under . You can follow any responses to this entry through the RSS 2.0 feed. You can leave a response, or trackback from your own site.

0 comentários: