Se em mil noites de luar
Tua alma sosseguei,
Porque me inquietas agora,
Tu escravo do mal?
Tua servidão,
Não queria,
Desse teu abismo louco,
Sufoco, agonia.
Tuas iras infernais,
São causa de comuns mortais
Se debaterem sem razão.
E se o pobre se arrelia,
Contra ti homem do mal,
Não perdoas tal acção
Fustigas ingratidão…


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